Estudos Bíblicos

O Sinal de Jonas

A história de Jonas, um profeta de Israel do oitavo século a.C., cativa a imaginação de crianças e sofre as críticas dos céticos. O profeta não queria obedecer a Deus e tentou fugir, mas uma tempestade ameaçou afundar o navio onde ele estava. Convenceu os marinheiros a jogá-lo no mar, acreditando que a morte dele satisfaria a ira divina. De fato, a tempestade cessou na hora, mas Jonas não morreu no mar. Foi engolido por um animal marinho que Deus preparou. Três dias depois, o animal vomitou o profeta na beira do mar. Quando Deus mandou novamente que fosse pregar em Nínive, Jonas foi.

Parece que a notícia da tempestade e do sacrifício do profeta no mar chegou antes de Jonas. Quando ele começou a pregar, o povo aceitou a sua mensagem de forma inédita, e a cidade pagã se arrependeu.

Qualquer pessoa que acredita nos registros da vida de Jesus rejeita as explicações alegóricas da história de Jonas ao descobrir que Jesus tratou o caso como verdadeiro. Mateus e Lucas relatam o ensinamento de Jesus sobre a importância do sinal de Jonas. Lucas diz:

“Visto que aumentavam as multidões em volta dele, Jesus começou a dizer: — Esta é uma geração perversa! Pede sinal; mas nenhum sinal lhe será dado, senão o de Jonas. Porque, assim como Jonas foi sinal para os ninivitas, o Filho do Homem o será para esta geração... Ninivitas se levantarão, no Juízo, com esta geração e a condenarão, porque se arrependeram com a pregação de Jonas. E aqui está quem é maior do que Jonas” (Lucas 11:29-32).

Sinais (também chamados de milagres e prodígios) serviam para confirmar novas revelações. O comentário registrado por Lucas aconteceu nas últimas semanas do ministério de Jesus. Durante três anos, ele havia realizado muitos sinais. Quando ainda pediram mais, ele disse que daria mais um: o sinal de Jonas. A pregação de Jonas foi validada pelo sinal da sua vida. O homem supostamente morto apareceu para pregar. Esse sinal levou os ninivitas a acreditarem na sua mensagem, e foram salvos.

Jesus daria um sinal parecido. Ele já tinha saído da Galileia e chegado nas proximidades de Jerusalém, avisando os apóstolos que seria morto naquela cidade. Ao mesmo tempo que falava da morte iminente, ele disse que ressuscitaria no terceiro dia (Lucas 9:22; 18:33). O sinal que Jesus daria foi a maior prova que ele ofereceu ao mundo: sua ressurreição. De fato, a fé dos cristãos se constrói sobre o alicerce da ressurreição de Jesus Cristo, o sinal de Jonas.

-por Dennis Allan


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