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Problemas com Telescópios e Microscópios

A imagem popular de cientistas é de pessoas imparciais que buscam conhecimento e seguem os fatos observados às suas conclusões, independente das crenças das pessoas ao seu redor. A história da ciência exalta pessoas como Nicolau Copérnico e Galileu Galilei, que, nos séculos 16 e 17, revolucionaram o entendimento do lugar do planeta Terra com sua defesa de um sistema heliocêntrico. Enquanto muitos focalizam o conflito entre Galileu e a Igreja Católica, o fato é que ele estava lutando contra séculos de crenças “científicas” defendidas por muitas pessoas, inclusive por alguns que não acreditavam na Bíblia e não tinham nenhum vínculo com qualquer igreja. Ele seguiu as evidências observadas por um telescópio e enfrentou a rejeição e censura de pessoas poderosas por causa da sua determinação de explicar as evidências observadas. Galileu rejeitou ideias geralmente aceitas, porém não provadas, na comunidade científica da sua época, e sofreu sérias consequências.

Mark Armitage, cientista que trabalhava em pesquisas realizadas com microscópios, foi demitido pela Universidade Estadual de Califórnia em Northridge (EUA) porque explicou fatos que ele observou de uma maneira que contrariou as crenças dominantes no mundo científico atual. Armitage recentemente ganhou um julgamento contra a universidade por ser demitido sem justa causa, mas a batalha para convencer outros cientistas das implicações das suas observações continua.

O que Armitage viu em um microscópio foi a presença de tecido mole em ossos de dinossauros. Ele não foi a primeira pessoa a observar tecidos desse tipo nos ossos desses grandes animais, nem a primeira pessoa a sugerir o significado revolucionário para a biologia, mas o caso dele ganhou atenção quando foi demitido pela universidade onde trabalhava. O problema veio quando Armitage sugeriu que essa evidência contraria a crença bem-difundida na comunidade científica da extinção dos dinossauros dezenas de milhões de anos atrás. O ponto do seu argumento, de fácil compreensão até por leigos, é que ossos de animais que morreram milhões de anos atrás poderiam ter fossilizado, mas não seria possível sobrar tecido mole neles. A conclusão de Armitage apoia a opinião de uma minoria de cientistas que acreditam que dinossauros viviam até tempos relativamente recentes. Adeptos do Darwinismo e outras teorias da macro-evolução, determinados a defender suas crenças, procuram maneiras de desacreditar Armitage e suas conclusões. A solução da universidade onde trabalhava foi a demissão do cientista.

Cientistas vão continuar discutindo os fatos e suas interpretações. Da mesma maneira que algumas pessoas ainda defendem a ideia de um universo geocêntrico ou é acreditam que a Terra seja plana, é provável que alguns “cientistas” vão ignorar qualquer evidência que questiona sua fé na teoria da macro-evolução. Dessa maneira, como tem sido o caso durante muito tempo, o conflito não é entre crença e ciência, mas entre crenças conflitantes.

Apesar de serem bombardeados com a doutrinação evolucionária durante quase dois séculos, uma alta porcentagem da população (pesquisas sugerem algo na faixa de 90% no Brasil) ainda acredita que Deus existe e criou o universo. Olhamos para a enorme variedade e sofisticação dos organismos ao nosso redor e concluímos que um Ser Superior os tenha criado. Observamos o tamanho imensurável do Universo e chegamos à conclusão de que alguém infinitamente superior a nós tenha formado as estrelas, o sol, a lua e o nosso planeta.

Muitos de nós, partindo dessa base inicial de evidências óbvias e abundantes que apontam para um Criador, continuamos nossa busca de ordem e razão por trás dessa criação. Se um Ser Superior nos fez, não faria sentido que teria comunicação do Criador explicando o motivo da nossa existência? O apóstolo Paulo afirmou que essa busca natural precisa nos levar até Jesus Cristo (considere atentamente o argumento apresentado em Atenas – Atos 17:22-31). E quando incluímos na nossa busca as Escrituras que Paulo defendia, chegamos à conclusão que os dinossauros não foram extintos antes da criação dos seres humanos, pois a Bíblia afirma que os animais foram criados na mesma semana que Deus criou o homem (Gênesis 1:20-27). Desse ponto de vista, não é difícil acreditar que dinossauros viviam em tempos relativamente recentes, até coexistindo com seres humanos. A conclusão de Armitage, vista como heresia na comunidade científica, concorda com a conclusão de qualquer pessoa que acredita no relato de Gênesis. -por Dennis Allan

-por Dennis Allan


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