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Lição 7 Vida no Espírito Libertação do pecado e da morte (8:1-11) Não há condenação (8:1) Agora: na época presente de Cristo Para os que estão em Cristo: ele já recebeu a condenação, de modo que estão protegidos aqueles que nele estão A lei do Espírito da vida nos libertou (8:2-4) Explica por que não há condenação Em Cristo somos libertados da lei do pecado e da morte A lei do pecado e da morte não se refere à lei de Moisés (veja 7:7,13) Refere-se ao domínio do pecado e da morte sobre nós enquanto estávamos por nossa conta, fora de Cristo (7:23) A lei não podia libertar-nos A inadequação da lei não é devida a alguma falha de sua parte, mas é por causa das condições em que ela tem de operar Nosso pecado impossibilita a libertação pela lei Deus nos libertou enviando seu Filho O pecado foi condenado e o julgamento foi executado em Cristo Venceu o pecado em seu próprio reino A exigência da lei é cumprida em nós (i.e., a morte do pecador veja 1:32, 6:4, 8:4 NVI) Esta bênção é para aqueles que andam segundo o Espírito, e não a carne Razão por negar a bênção àqueles que andam segundo a carne (8:5-8) Duas categorias Aqueles que têm suas mentes voltadas para a carne, e aqueles que têm mentes voltadas ao Espírito (NVI) Como sabemos onde nossa mente está? Pelo que nos preocupa, nos impulsiona, nos absorve, como gastamos nosso tempo e energias, Dois destinos Vida e morte Porque a mente carnal é inimizade contra Deus, insubordinada e desagradável Não pode ser mentalmente carnal e submeter-se a Deus: uma contradição lógica Porém, vocês estão (8:9-11) No espírito, se o Espírito de Deus habita em vocês Paulo pensa o melhor destes irmãos Se Cristo habita em nós O corpo vai morrer por causa do pecado O espírito está vivo por causa da justificação E nosso corpo (a única propriedade sobre a qual o pecado ainda tem algum poder) será ressuscitado A libertação conseguida por Cristo será completada com a ressurreição dos mortos Perguntas: 2. O que Deus fez através de seu Filho que não poderia nunca ter acontecido através da lei? 3. Quais são as diferenças entre o espírito e a carne? 4. Quais pessoas são justificadas? 5. Desafio adicional: Como e quando a libertação do pecado será completada (8:11)? Obrigações e privilégios (8:12-17) Precisamos (8:12-13) Não viver segundo a carne, mas de acordo com o Espírito Nada devemos à carne; ela não nos beneficiou em nada A carne conduz à morte mas, se crucificarmos a carne através do Espírito, viveremos Somos filhos de Deus (8:14-17) Explica por que viveremos; é impossível que os filhos de Deus morram Sabemos que somos filhos de Deus Porque o povo mundano não segue a instrução do Espírito Porque o Espírito de Deus nos guia a ver Deus como Pai, e não Senhor; Aba significa Pai O testemunho combinado do Espírito de Deus e nosso espírito O testemunho do Espírito está na palavra de Deus; é triste que muitos ponham de lado esta palavra do Espírito para basear a segurança Nosso espírito testifica que temos cumprido o que o Espírito Santo ordena Nossa posição de filhos implica que somos herdeiros Em resumo, esta parte nos encoraja fortemente a viver segundo o Espírito Perguntas: 1. Nossa libertação nos dá qual obrigação? 2. Como sabemos que somos filhos de Deus? 3. Quais privilégios tem o filho numa família? 4. Desafio adicional: De qual forma o Espírito Santo testifica com nosso espírito? Encorajamento a sofrer com Cristo (8:18-30) Grandeza da glória (8:18-25) Nenhuma comparação entre o sofrimento presente e a glória futura; a intensidade do sofrimento é meramente um sinal do maior O sofrimento e a expectativa da criação (8:19-22) O que é a criação? A inteira criação sub-humana personificada de um modo poético (veja Salmo 65:12-13; 98:8; A criação aguarda, com grande expectativa, a glorificação; a frase significa literalmente olhar com a cabeça avançada, A criação foi amaldiçoada pela queda do homem (Gênesis 3:17-18) Mas houve esperança oferecida mesmo no tempo da queda (Gênesis 3:15) Nós também (8:23-25) Gememos em nosso íntimo; observe os paralelos entre a criação (8:22), nós mesmos (8:23) e o Espírito (8:26) Aguardamos ansiosamente a ressurreição, a redenção de nosso corpo; haverá uma ressurreição corporal (veja também 1 Coríntios 15; Filipenses 3:21) Somos caracterizados por uma esperança viva (1 Pedro 1:1-13) Perguntas: 1. Quais coisas nos encorajam no sofrimento que encaramos? 2. Como Paulo mostrou a grandeza da glória vindoura (8:19-22)? 3. Como a criação foi prejudicada pela queda do homem? 4. Devemos aguardar qual evento (8:23)? 5. O que é a esperança de acordo com Paulo? Ajuda do Espírito (8:26-27) Freqüentemente não sabemos como orar O Espírito intercede e ajuda a comunicar nossos inexprimíveis sentimentos a Deus Encorajador a saber que o Espírito geme junto conosco e com a criação Certeza de que o propósito de Deus será cumprido (8:28-30) Deus faz com que todas as coisas, inclusive os sofrimentos, cooperem para o bem daqueles que o amam Porque ele predeterminou glorificá-los Análise deste propósito de Deus Deus determinou ter um povo Ele antevia que haveria um povo que aceitaria seu chamado Ele predestinou que estas pessoas seriam conformadas à imagem de seu Filho • Ele não predeterminou arbitrariamente quem seria salvo • Ele predestinou o que ele faria a favor daqueles que recebessem seu chamado Ele chamou • Deus queria reunir seu povo para si • Ele queria um certo tipo de povo: o humilde e submisso (Salmo 34:18; 51:17; Isaías 57:15; 66:2; Sofonias 3:12; Mateus 5:3-9, etc.) • Ele proclamou uma mensagem para separar e chamar o tipo de povo que ele tinha determinado glorificar • Esta mensagem apela somente para uma certa classe de povo (João 8:47; 10:26- 27; Mateus 13:13-16; 1 Coríntios 1) • Às vezes nós não nos contentamos com os resultados que a mensagem de Deus traz e inventamos Ele justificou • O pecado é o maior obstáculo contra este propósito eterno de Deus • Antes do mundo começar, Deus planejou o envio de seu Filho para morrer e justificar seu povo (1 Pedro 1:20; Atos 2:23) Ele glorificou • Deus tinha em mente mais do que perdão para o seu povo • A glorificação começa com nossa transformação atual (Filipenses 1:6; 2 Coríntios 3:18) Significado deste texto Explica por que todas as coisas cooperam para nosso bem • O povo previsto por Deus foi previamente mandado tornar-se amoldado à imagem de Cristo, para • Estes são os que ele chamou, justificou, glorificou. Deus determinou e predestinou a glorificação de É triste que uma tão bela passagem tenha sido pervertida para ensinar que Deus escolheu alguns indivíduos • De quem este trecho está falando? Daqueles que amam a Deus; estes são aqueles que foram conhecidos de • Ele está falando daqueles mesmos dos quais previamente falou: aqueles que andam pela fé, que estão em Perguntas: 1. De que forma o Espírito Santo nos ajuda (8:26-27)? 2. Como podemos saber que todas as coisas cooperarão para o nosso bem? 3. Como Deus nos chamou? 4. O que Deus vai fazer a favor do povo que ama a lei? Conclusão triunfante (8:31-39) Deus é por nós Que pensamento confortante! Não faz diferença quem seja contra nós; quem quer que ele seja, é ninguém Deus não poupou seu Filho Certamente podemos confiar nele para as outras coisas que necessitamos Observe o forte paralelo com 5:1-11; este trecho retorna a estes temas e assim forma uma conclusão adequada para esta divisão do livro (capítulos 5- 8) Deus justifica Quem condena? Eco de Isaías 50:8-9 Cristo morreu por nós Desafia qualquer inimigo concebível Ninguém pode acusar, ninguém pode condenar, ninguém pode separar-nos do amor de Cristo Somos super-vencedores Perguntas: 1. Quais coisas devem nos dar confiança na vida cristã? 2. Qual deve ser a perspectiva cristã perante dificuldades e tribulações na vida? |
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