Segunda Parte:
Os Amigos de Jó Debatem com Ele
Lição 7: O terceiro discurso de Bildade
(25:1 - 26:14)
I. O terceiro discurso de
Bildade (25:1-6)
A. A brevidade do terceiro discurso
de Bildade parece indicar que os amigos estão ficando sem ter o que dizer. Ele
nem sequer tenta responder aos recentes argumentos de Jó que os ímpios sempre
prosperam.
B. Bildade afirma o poder e a
majestade do Todo-Poderoso (25:2-3).
C. A capacidade do homem para manter
inocência diante de Deus (25:4-6)
1. O comentário de Bildade nestes
versículos é paralelo àqueles de Elifaz (4:7-19; 15:14-16).
2. O ponto de Bildade parece ser
repreender Jó por pensar que poderia ser justo diante de Deus.
a. É um argumento do maior para
o menor.
b. Jó tem insistido em sua inocência
de qualquer pecado que justificasse seu sofrimento. Ele tem afirmado,
diversas vezes, que está confiante que sua justificação é apenas questão
de tempo.
II. A réplica de
Jó (26:1-14)
A. Alguém poderia sugerir que a réplica
especial de Jó a Bildade vai além do capítulo 26, o que pode muito bem ser
verdadeiro.
B. Jó questiona a utilidade das
palavras de Bildade (26:1-4).
1. Jó afirma a impropriedade dos
argumentos de Bildade para ajudar, para aconselhar, para salvar, etc. aqueles
que necessitam de auxílio.
2. É provável que Jó esteja
zombando nestes versículos.
C. Jó descreve o poder de Deus
(26:5-14).
1. Mesmo no mundo dos mortos, o
poder de Deus é reconhecido (vs. 5-6).
2. Ele continua sua descrição
observando as manifestações do poder de Deus no céu e na terra (vs. 7-14).
3. O ponto do discurso de Jó
parece ser que ele reconhece o poder de Deus e não precisa de instrução dos
seus "amigos" a este respeito.
4. Pode ser que Jó esteja dizendo
que se o homem está atemorizado diante do poder e da ação de Deus na
natureza, como pode ele esperar entender a ação de Deus na ordem moral (seu
domínio sobre ímpios e justos). Veja versículo 14.