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Pesquisas Apontam a Confusão

Para pessoas que acreditam em uma revelação externa como a base da sua fé (e eu estou inegavelmente nesta categoria), pesquisas sobre opiniões e crenças populares não afetam seu conceito da verdade. Porque eu creio que o Criador do Universo revelou sua vontade nas Escrituras conhecidas como a Bíblia, a base que define a minha fé se encontra naquela revelação, e não nas opiniões medidas pelas pesquisas. 

Meus amigos, vizinhos e os leitores desta coluna podem ser divididos em três categorias gerais: (1) Pessoas que acreditam que Deus se revelou por meio da Bíblia, e que têm uma base relativamente sólida de conhecimento e convicções baseadas nesse livro; (2) Pessoas que acreditam que Deus se revelou na Bíblia, mas que não conhecem bem esse livro e, por isso, não têm tanta certeza sobre várias questões; (3) Pessoas que não acreditam que Deus tenha se revelado na Bíblia (essa última categoria é muito abrangente, pois inclui pessoas que acreditam em Deus mas não na Bíblia, como também pessoas que não acreditam na existência de Deus).

É importante ajudar pessoas que buscam respostas, não importa onde começam a sua jornada espiritual. Mas reconhecemos que as perguntas são diversas, e as necessidades de cada leitor são diferentes. Nenhum argumento, passagem bíblica ou comentário vai responder a todas as dúvidas de todas as pessoas. Entre cristãos, há necessidade de trabalho apologético, mostrando os motivos de acreditar na existência de Deus e na veracidade das Escrituras. Há, também, necessidade de ensinamento que informa e esclarece o conteúdo bíblico, que descreve melhor o foco desses artigos. Esse tipo de ensinamento começa com a Bíblia como base, e procura sanar dúvidas sobre o que ela diz e como aplicar seus ensinamentos nos dias de hoje. 

Antes de comentar sobre resultados de algumas pesquisas modernas, podemos observar que o próprio Jesus Cristo fazia algumas pesquisas informais durante seu tempo aqui na terra.

Uma vez, Jesus comentou sobre as opiniões populares sobre tragédias que aconteceram na época. Ele começou com o fato ocorrido, comentou sobre a interpretação popular, e corrigiu esse entendimento com o seu ensinamento. Encontramos o relato desse caso em Lucas 13:1-5.

Em outra ocasião, Jesus usou os seus apóstolos para juntar informações quando perguntou para eles: “Quem diz o povo ser o Filho do Homem?” (Mateus 16:13). As respostas do povo que os apóstolos comunicaram para Jesus foram várias, mostrando a confusão sobre a questão. Jesus nunca convenceu todo o povo da sua mensagem, mas focou sua atenção nas pessoas que mostraram desejo de conhecer a verdade. Ele perguntou para os discípulos mais próximos: “Mas vós, continuou ele, quem dizeis que eu sou?”. Pedro respondeu: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16:15-16). Jesus continuou seu ensinamento, reforçando o entendimento correto de Pedro e levando os apóstolos a refletir melhor sobre o significado prático dessa compreensão correta. Futuramente, esses mesmos discípulos se dedicariam ao trabalho de repassar suas evidências para outras pessoas. Pedro fez exatamente isso na sua defesa da divindade de Jesus (Atos 2:22-36). Mesmo num mundo hostil a sua fé, ele ensinou outros cristãos a defender suas convicções: “Mas, ainda que venhais a sofrer por causa da justiça, bem-aventurados sois. Não vos amedronteis, portanto, com as suas ameaças, nem fiqueis alarmados; antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós” (1 Pedro 3:14-15).

Pesquisas atuais apontam a confusão, da mesma maneira que as pesquisas de Jesus revelaram as dúvidas do povo na sua época. Mesmo entre pessoas que respeitam a Bíblia como a palavra de Deus, há dúvidas e diferenças de entendimento. O problema não é ter dúvida. O problema seria negar ou negligenciar o trabalho de buscar respostas quando essas dúvidas tratam das questões mais importantes da nossa vida. Jesus apresentou a verdade que leva à vida eterna na presença do seu Pai (João 8:31-32; 14:6). Devemos ser diligentes na busca de Deus e das respostas às dúvidas sobre sua vontade para nossas vidas, pois ele promete a recompensa para aqueles que creiam nele e o buscam (Hebreus 11:6).

-por Dennis Allan


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