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Por Que Rejeitar o Pluralismo Religioso?

O pluralismo é o conceito de convivência de ideias diferentes e até contraditórias. Na política, valorizamos um sistema que permite debate e divergências. Uma política boa em um lugar ou momento histórico pode não ser tão boa em outro. Quando se trata de artes visuais, literárias ou musicais, até incentivamos gostos diversos. Não entendemos que um estilo artístico seja o verdadeiro e exclusivamente correto.

Em outras áreas, porém, o pluralismo não funciona. Contamos com certezas da matemática, física e química todos os dias. Ninguém confiaria no sistema bancário se fosse pluralista. Quando você deposita R$50,00 na sua conta, você não aceitaria se o banco creditasse apenas R$20,00! 50 não é igual a 20. Aceitamos algumas verdades como fixas, certas e até absolutas.

No nosso mundo ecumênico, o pluralismo religioso é visto por muitos como uma atitude louvável. No sentido mais amplo, o pluralismo nega qualquer verdade absoluta e defende a noção de que todas as religiões sejam igualmente válidas. Conforme essa perspectiva, não importa se a pessoa seguir o cristianismo, o judaísmo, o budismo, o islamismo ou qualquer outro sistema religioso. Todos são caminhos, dizem os pluralistas, ao mesmo Deus e à mesma felicidade.

O cristianismo é, porém, fundamentalmente incompatível com o pluralismo religioso. Observamos esse fato em três etapas, conforme os ensinamentos das Escrituras.

Primeiro, Deus é único e incomparável. De vários textos bíblicos que afirmam a distinção entre o Deus da Bíblia e os outros objetos de adoração, Isaías 40 é um dos mais desafiadores. Isaías pergunta: “Com quem comparareis a Deus? Ou que coisa semelhante confrontareis com ele?”“Com quem comparareis a Deus? Ou que coisa semelhante confrontareis com ele?” (40:18). No mesmo capítulo, o próprio Senhor lança o mesmo desafio: “A quem, pois, me comparareis para que eu lhe seja igual? — diz o Santo” (40:25). Não são apenas perguntas, porém. Esse capítulo está cheio de afirmações e evidências da natureza incomparável de Deus. Ele é superior à criação física, que ele mesmo fez. Para frisar a grandeza de Deus, Isaías afirma que ele mede a imensidão do mar e do espaço com suas mãos (40:12). Deus recolhe como pouca coisa toda a terra, os montes e as ilhas (40:12,15). A existência do universo oferece evidência do seu poder (40:21-22,26). Ele é superior às suas criaturas em conhecimento e sabedoria e, por esse motivo, não recebe instrução de ninguém (40:13-14). O Senhor é superior às nações e aos seus governantes (40:15,17,23,24). Toda a madeira de uma grande floresta não seria suficiente para queimar um sacrifício para Deus, e todos os animais da mesma floresta não seriam o bastante para lhe oferecer (40:16). Em contraste com a grandeza do Deus Criador, ele comenta sobre a ideia absurda de um homem fabricar seu próprio deus (40:19-20). Ídolos são feitos por homens que foram feitos por Deus. Quem adora tais imagens é uma abominação para Deus (41:24).

Segundo, Jesus Cristo é o único caminho que leva ao Pai. É impossível crer em Jesus e ainda adotar uma atitude pluralista, porque a linguagem dele é exclusiva: “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14:6). Os apóstolos entenderam a natureza limitada da mensagem sobre Jesus. Pedro falou aos judeus em Jerusalém sobre o Cristo: “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4:12). Paulo ensinou a mesma mensagem exclusiva aos gregos (Atos 17:31).

Terceiro, o evangelho de Jesus é a única mensagem salvadora. Paulo defendeu uma única mensagem para todos: “Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego” (Romanos 1:16). Ele afirmou que Deus “deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade. Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (1 Timóteo 2:4-5).

Por que rejeitar o pluralismo religioso? Para aceitar a vida eterna que Deus nos oferece!

–por Dennis Allan


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