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Jesus Estava Lá na Criação

Na teologia prática que domina o nosso mundo egoísta, Jesus Cristo tem sido reduzido a uma máquina de vendas. Muitas igrejas incentivam a participação em atos religiosos por motivos puramente egocêntricos e materialistas. Pastores arrogantes tratam Jesus Cristo como um mero garoto de recados, obrigado a trazer e entregar tudo que eles exigem.

Em outras tendências religiosas, a humanidade de Jesus é enfatizada tanto que a divindade desaparece. Muitos livros publicados recentemente têm como propósito oferecer novas definições de um Jesus mais humano, menos perfeito e menos divino.

Precisamos, urgentemente, voltar para o livro que revela as verdadeiras características de Jesus Cristo para admirar sua grandeza e glória. Não é preciso baixar Jesus para o nosso nível, pois ele já fez isso na sua encarnação: “pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou...” (Filipenses 2:6-8). Seria um erro fatal, porém, imaginar que Jesus seja igual a nós, ou pensar que ele ocupe uma posição quase igual a nossa.

A nossa esperança da salvação depende do respeito devido a Jesus. Devemos honrar Jesus da mesma maneira que honramos o Pai. Cristo disse: “... a fim de que todos honrem o Filho do modo por que honram o Pai. Quem não honra o Filho não honra o Pai que o enviou” (João 5:23). Jesus merece a honra devida ao Pai porque ele participa da mesma natureza divina. Jesus é descrito como o Verbo quando João diz: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1:1).

A distância entre Jesus e nós é a diferença entre o Eterno Criador e criaturas temporais. Nós passamos a existir, mas Jesus sempre existia. Nós somos seres humanos criados por Deus. Jesus é Deus, que nos criou! Como nosso Criador, ele merece adoração, reverência e obediência.

Jesus tentou corrigir o entendimento errôneo dos judeus do primeiro século quando afirmou sua própria divindade. Ele se identificou como “EU SOU” (João 8:24), a mesma descrição usada por Deus quando falou com Moisés 1.500 anos antes (Êxodo 3:13-14). Para tirar qualquer dúvida sobre o sentido das suas palavras, Jesus fez um contraste com Abraão, que havia morrido 1.800 anos antes. Os judeus, não aceitando o ensinamento sobre sua eternidade, questionaram e rejeitaram suas afirmações. Considere esta divergência, começando com as palavras de Jesus: “Abraão, vosso pai, alegrou-se por ver o meu dia, viu-o e regozijou-se. Perguntaram-lhe, pois, os judeus: Ainda não tens cinquenta anos e viste Abraão? Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade eu vos digo: antes que Abraão existisse, EU SOU. Então, pegaram em pedras para atirarem nele; mas Jesus se ocultou e saiu do templo” (João 8:56-59). Não tentaram matar um louco que acreditou ter nascido 2.000 anos antes; eles tentaram matar um homem que afirmou ser eterno, que se diz divino!

A linguagem que Jesus usou nessa troca com os judeus foi paralela a uma afirmação semelhante no Antigo Testamento. Moisés escreveu em louvor a Deus: “Antes que os montes nascessem e se formassem a terra e o mundo, de eternidade a eternidade, tu és Deus” (Salmo 90:2).

Antes do universo passar a existir, o eterno Deus já existia. E antes de Abraão passar a existir, Jesus, o eterno Deus, já existia!

Se essa afirmação de Jesus é mentira, ele não passa de um blasfemador que merece a rejeição total. Nesse caso, os judeus teriam agido corretamente.

Mas se ele falou a verdade, Jesus merece ser honrado como o eterno Deus, criador dos céus e da terra. Esse é o ensinamento das Escrituras. Jesus estava lá na criação, e ele criou todas as coisas (Colossenses 1:16-17).

Jesus é o Cordeiro que recebe a adoração dos milhões, tanto no céu como na terra: “Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor” (Apocalipse 5:12).

–por Dennis Allan


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