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A cara da amizade

“Mas Jacó insistiu: Não recuses; se logrei mercê diante de ti, peço-te que aceites o meu presente, porquanto vi o teu rosto como se tivesse contemplado o semblante de Deus; e te agradaste de mim” (Gênesis 33:10).

Ninguém nunca veio a Deus com penitência verdadeira sem descobrir que o bem-vindo de Deus era a de um amigo. Tendo se recusado a viver de acordo com as leis do reino do nosso Criador, sabemos que a justiça exige que sejamos banidos de sua presença. Como rebeldes contra o seu amor, estamos certos em temer as consequências de nossa rebelião. Mas a maravilha do caráter de Deus é a graça pelo qual ele é capaz e está disposto a fazer-nos os seus amigos novamente.

Jacó tinha toda a razão de temer a vingança de Esaú, o irmão do qual ele havia tomado o lugar tão enganosamente antes de fugir para Harã. Enquanto ele voltava para Canaã, Jacó preparou muitos presentes, esperando aplacar a raiva que ele supunha que ainda ardia no coração de seu irmão. Contrária a todas as expectativas, Esaú estava ansioso em se reconciliar. “Então, Esaú correu-lhe ao encontro e o abraçou; arrojou-se-lhe ao pescoço e o beijou; e choraram” (Gênesis 33:4). Os presentes de Jacó não eram necessários, insistiu Esaú, porém Jacó implorou que fossem aceitos como demonstração da sua gratidão pela graça que lhe foi demonstrado. Jacó sabia que ele não tinha direito a amizade nem de Deus nem de seu irmão. Que o rosto do seu irmão estava amistoso era tão inesperado quanto o fato dele ter sido permitido sobreviver a sua luta com Deus na noite anterior. Lentamente, Jacó estava crescendo na sua compreensão de Deus. Ele estava aprendendo que aqueles que lutarão pelo que é certo e lidarem de forma realista com os seus pecados sempre podem esperar um bem-vindo amistoso na presença de Deus. E Jacó viu algo desta graça na expressão de seu irmão: “Porquanto vi o teu rosto como se tivesse contemplado o semblante de Deus, e te agradaste de mim” (Gênesis 33:10).

Quando recuperamos os nossos sentidos e buscamos a Deus honestamente com arrependimento, também descobriremos que ele é “Benigno e misericordioso é o Senhor, tardio em irar-se e de grande clemência” (Salmo 145:8). Como traidores, merecemos ser banidos da sua presença. Mas tal é o amor do nosso Pai que ele está ansioso em nos dar as boas vindas ao lar. 

Este, este Deus que adoramos,
Nosso amigo fiel e imutável.
Cujo amor é tão grande quanto o seu poder,
E conhece nem medida nem fim.

(Joseph Hart)

–por Gary Henry


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