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A lei de Deus é para o nosso bem

Há muita maldade cometida em nome do cristianismo. Alguns duvidosos concluíram assim que a religião, ou seja, o cristianismo, é em si a causa primária da maldade e do sofrimento. John Lennon, um famoso membro dos Beatles, “imaginou” que um mundo sem religião seria um lugar maravilhoso!

O cristianismo é realmente uma fonte de mal e sofrimento? Antes de chegar a conclusões difíceis de provar, devemos reconhecer que muito daquilo que é feito em nome do cristianismo tem pouca ou nenhuma ligação com Deus ou sua palavra, a Bíblia. Mesmo assim, há pessoas que discutiriam que a Bíblia promove o mal e o sofrimento.

Recentemente escutei um muçulmano que alegou que a Bíblia tem uma natureza militar, apontando as histórias do Velho Testamento, nas quais Deus mandou Israel destruir outras nações. A história do Velho Testamento confirma que Israel entrou em guerra contra outras nações e cidades-estados por instrução divina. Os midianitas (Número 31), os habitantes de Jericó (Josué 6) e os amalequitas (1 Samuel 15) são todos exemplos de povos que Deus mandou que Israel destruísse.

Devemos compreender por que Deus deu tais mandamentos. Deus usou os Israelitas para punir outras nações por sua maldade (Gênesis 15:16) da mesma maneira que ele às vezes usava outras nações para punir Israel (por exemplo, os assírios e babilônios). Muito sofrimento vem da disciplina divina, mas o homem decide se ele vai experimentar a misericórdia ou a ira de Deus (Êxodo 20:5-6). Israel poderia ter sido ricamente abençoada em toda a sua história se ela, como uma nação, tivesse seguido os mandamentos de Deus (Isaías 48:17-19)!

Israel foi uma teocracia, uma nação física regida por Deus. O povo escolhido de Deus, na época atual de graça, são os membros da igreja do Senhor. Ao contrária do Velho Testamento, os cristãos não são o instrumento da vingança divina (Romanos 12:19). Devem esperar que Deus dê o troco pelas feridas, diretamente ou através de seu ministro, o governo civil ordenado (Romanos 13:1-4).

Os não-crentes são rápidos em atribuir a causa de algum sofrimento pessoal ao ensinamento da Bíblia quando, na verdade, o sofrimento muitas vezes é o resultado da decisão de não seguir as Escrituras. Por exemplo, um homem se casa, mas se divorcia da mulher porque eles não se dão bem. De acordo com Mateus 19:9, ele não tem nenhum direito bíblico para se divorciar da mulher e assim viola a lei de Deus sobre o divórcio. Depois ele se casa com outra mulher e este segundo relacionamento é feliz e agradável. Depois de vários anos de casamento, um pregador do evangelho fala ao homem que ele não pode continuar nesta relação adúltera.

Como pode a Bíblia ser um livro bom se ela ensina que este homem tem que terminar um “bom” casamento? E os filhos que nasceram neste segundo casamento? O que acontecerá com eles? Antes de chegarmos precipitadamente à conclusão de que a Bíblia e Deus não se importam com a felicidade destas pessoas, lembre que o segundo casamento é resultado do desrespeito do homem para com a lei de casamento de Deus. As leis de Deus são para sempre.

por Allen Dvorak


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