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Parte 1: O plano e o propósito de Deus requerem que ele preserve as Escrituras
por David Pratte

A Bíblia ensina que Deus é todo poderoso e pode fazer qualquer coisa  que decidir fazer (Jeremias 32:17, 27; Mateus 19:26; Marcos 14:36; Jó   42:2). Se ele, portanto, decide preservar as Escrituras de modo que o homem não possa destruí-las, ele é perfeitamente capaz de fazer isso. A questão é se ele decidiu ou não preservar as Escrituras.

1. Deus deseja que todos os homens saibam, creiam e obedeçam a sua vontade.

Considere os seguintes princípios:

Todos os homens são culpados de pecado e precisam de perdão — Romanos 3:23; 6:23; 1 João 1:8, 10.

Deus deseja que todos os homens se convertam do pecado e sejam salvos — 1Timóteo 2:4; 2 Pedro 3:9; Tito 2:11-12.

Jesus morreu para colocar a salvação ao alcance de todos os homens — 1 Timóteo 2:6; Hebreus 2:9; João 3:16; Mateus 11:28-30.

Para serem salvos, os homens precisam ouvir, crer e obedecer ao evangelho — João 6:44-45; 8:24,32; Hebreus 5:9; 2 Tessalonicenses 1:8-9; 1 Pedro 1:22; Romanos 6:17-18; 1:16; 10:14,17.

Assim, Deus deseja que todos os homens aprendam o evangelho para que tenham oportunidade de crer e obedecê-lo — 1 Timóteo 2:4; Mateus 28:18-20; Marcos 16:15-16; Atos 2:38-39; 17:30-31; Lucas 24:47; Colossenses 1:28.

O evangelho, revelado no primeiro século aos apóstolos, está completo, provendo tudo o que é bom e tudo o que necessitamos saber para agradar a Deus — João 14:26;16:13; 2 Pedro 1:3; 2 Timóteo 3:16-17; Atos 20:20,27; Mateus 28:18-20; Tiago 1:25.

Por estas passagens concluímos que todas as pessoas precisam do evangelho, Deus quer que todos tenhamos o evangelho, por isso o evangelho estava completa, acurada e adequadamente revelado no primeiro século. Desde que todos os homens necessitavam daquele evangelho, as pessoas de hoje também precisam dele. E desde que Deus quer que todos o conheçam, podemos estar seguros de que ele o tornará acessível ao povo de hoje. A questão, então, é: Como o evangelho chegou a nós, hoje?

2. Deus revelou as escrituras para que os homens pudessem conhecer sua vontade.

O Velho Testamento foi inspirado por Deus para ensinar aos homens sua vontade.

Êxodo 24:3,4,7 — Moisés escreveu num livro todas as palavras e ordenanças de Deus que as pessoas tinham que obedecer.

Deuteronômio 28:58-59; 30:9-10— Se as pessoas obedecessem aos mandamentos escritos no livro, elas seriam abençoadas. Se não, elas sofreriam.

Deuteronômio 31:9-13,24-29 — Moisés escreveu a lei e colocou-a onde o povo poderia lê-la no futuro e aprender a temer a Deus e a observar todas as palavras daquela lei.

Jeremias 36:1-4 — Deus ordenou a Jeremias que escrevesse num livro todas as palavras que Deus lhe dera para ensinar Israel a se arrepender.

2 Pedro 1:21 — Os homens santos de Deus falaram conforme foram movidos pelo Espírito Santo.

O Novo Testamento foi do mesmo modo inspirado por Deus para ensinar aos homens a sua vontade.

1 Coríntios 14:37 — O que Paulo escreveu foram os mandamentos do Senhor.

João 20:29-31 — João escreveu para que as pessoas tivessem um registro de testemunho ocular dos milagres de Jesus e, portanto, pudessem crer em Jesus e ter vida em seu nome, ainda que não o tivessem visto pessoalmente (veja 21:24-25).

1 João 1:1-4; 2:1-17 — João escreveu para que as pessoas pudessem ter seu testemunho ocular a respeito de Jesus, pudessem ter amizade com Deus, pudessem saber que não devemos pecar e pudessem ouvir os mandamentos de Deus que deverão obedecer.

Apocalipse 1:1,2,10,11,19; capítulos 2 e 3 — João foi instruído por Jesus a escrever uma mensagem de Jesus e do Espírito para instruir as igrejas da Ásia a respeito da vontade de Jesus para elas (veja 14:13; 19:9; 21:5).

Efésios 3:3-5 — O que Paulo recebeu por revelação do Espírito, ele escreveu para que outros pudessem entender o que ele tinha recebido.

Lucas 1:1-4; Atos 1:1-2 — Lucas escreveu para que o leitor pudesse saber a certeza das coisas que tinham sido ensinadas sobre a vida de Jesus e a igreja primitiva.

Judas 3 — Judas escreveu sobre a salvação e exortou o povo a lutar sinceramente pela fé, a despeito do perigo dos falsos mestres.

1 Timóteo 5:18 — O que é propriamente chamado "Escritura" inclui citações do escrito do Novo Testamento (Lucas 10:7) junto com escritos do Velho Testamento.

2 Pedro 3:15-16 — Pedro classifica os escritos de Paulo junto com "outras Escrituras". Por isso, elas deverão ser tratadas com o mesmo respeito que qualquer outra Escritura.

2 Timóteo 3:14-17 — Toda Escritura (tanto velha como nova) é inspirada por Deus e foi dada para ensinar e instruir os homens para que eles pudessem conhecer todas as boas obras. Assim como os escritos do Velho Testamento foram dados para serem um guia que o povo tinha que seguir para agradar a Deus no seu tempo, assim também o Novo Testamento serve como um guia inspirado na época atual.

Todos os homens, aprendemos, precisam conhecer a vontade de Deus, e Deus deseja que todos os homens tenham essa oportunidade. Para satisfazer esta necessidade, Deus inspirou homens a registrar sua mensagem escrevendo-a nas Escrituras.

3. Deus quis que as Escrituras guiassem as pessoas das futuras gerações.

A palavra falada beneficia somente as pessoas que imediatamente a ouvem. Não pode ser repetida a outros exceto por memória (com toda a falibilidade e fraquezas que a memória humana envolve). Uma razão pela qual fez as escrituras serem registradas como palavra escrita foi para que a mensagem pudesse ser copiada, circulada e ficasse disponível a outras pessoas, em acréscimo àquelas a quem tinha sido imediatamente dirigida.

Especificamente, Deus queria que a palavra escrita fosse usada para guiar e instruir as gerações futuras das pessoas, mesmo depois da geração na qual tinha sido escrita. Isto tornou necessário preservar a palavra de forma acurada.

As Escrituras do Velho Testamento eram para beneficiar gerações futuras.

Deuteronômio 17:18-20 — Os futuros reis de Israel tinham que copiar a lei de Deus, estudá-la e obedecê-la estritamente, sem variação. Mas note que Israel nem sequer teve um rei até diversas gerações depois disto ter sido falado (versículo 14).

Deuteronômio 31:9-13,24-29 — As palavras da lei foram escritas e colocadas onde pudessem ficar ao alcance do povo. A cada sete anos, depois que Moisés morreu, as leis tinham que ser lidas ao povo para que pudessem lembrar-se delas, seus filhos (que não conheciam as leis) pudessem aprendê-las e todos obedecessem.

Salmo 102:18 — O salmista escreveu "para a geração futura".

Evidentemente, a Velha Lei pretendia ser um modelo ou padrão de autoridade para as gerações futuras. Veremos mais tarde que esta lei foi preservada e estava ainda sendo seguida como lei e autoridade centenas de anos mais tarde, justo como Deus queria.

As Escrituras do Novo Testamento também eram para beneficiar as gerações futuras.

João 20:29-31 — João escreveu para que as pessoas que não tinham visto Jesus ou testemunhado seus milagres pudessem ler o registro do testemunho ocular deles e então crer em Jesus e ter vida eterna. Mas isto significa que o registro foi escrito especialmente para pessoas de hoje como nós.

2 Pedro 1:12-15 — Pedro afirma expressamente que ele escreveu o que ele fez para que as pessoas pudessem ter o registro escrito de seus ensinamentos para lembrá-los no futuro, mesmo depois que Pedro estivesse morto.

2 Pedro 3:1-2 — Ele escreveu especialmente para que as pessoas fossem lembradas dos mandamentos revelados pelos apóstolos de Jesus.

2 Pedro 3:15-16; 1 Timóteo 5:18 — Mesmo no primeiro século, as pessoas estavam estudando os escritos de homens inspirados do Novo Testamento e os estavam citando como autoridades. Em particular, os escritos de Paulo e Lucas eram conhecidos pelo povo a quem outros homens escreveram.

Mais ainda, estes escritos são classificados junto com outra "Escritura", o que mostra porque eles foram sendo circulados e estudados. Eles foram reconhecidos como declarações autorizadas da vontade de Deus, que as pessoas deveriam estudar de modo a obedecer a Deus, do mesmo modo como o Velho Testamento tinha sido (veja 2 Timóteo 3:16-17; Colossenses 4:16; Atos 2:39; Marcos 14:9; 1 Tessalonicenses 5:27).

Quando Deus inspirou homens para escreverem as Escrituras, ele quis que aqueles escritos sagrados fossem usados para ensinar ao povo sua vontade, em outros lugares e em tempos futuros. Isto foi feito com o Velho Testamento, e ele claramente queria que o Novo Testamento fosse usado como o Velho tinha sido a este respeito. Para cumprir este propósito, segue-se que as Escrituras teriam que ser preservadas cuidadosamente pelas gerações futuras.

4. Outras fontes de revelação inspirada cessaram.

Deus preferiu revelar sua vontade, não toda de uma vez, mas gradualmente, durante um período de 1500 anos, deste Moisés até o fim do primeiro século. Durante esse tempo, certos homens foram guiados diretamente pelo Espírito Santo, como estudamos, tanto para falar como para escrever a vontade de Deus.

Mas era o plano de Deus que, quando toda sua vontade tivesse sido revelada e registrada, ele findaria os poderes miraculosos pelos quais o Espírito Santo entregaria a mensagem. Por esse tempo, a palavra escrita se tornaria o único meio inspirado que as pessoas teriam para conhecer a mensagem de Deus.

1 Coríntios 13:8-10 — Os dons espirituais cessariam.

Profecias, línguas e conhecimento milagroso são três dos dons miraculosos que o Espírito Santo usou para entregar a vontade de Deus aos homens (12:7-11). Mas há algo mais importante ou "mais excelente" do que estes dons (12:31), e isso é o amor (capítulo 13). O amor é maior do que os dons espirituais porque o amor, a fé e a esperança continuaram a existir (13:13) mesmo depois que os dons espirituais, milagrosos, tinham cessado (13:8).

Estes dons cessariam porque eram "em parte" (13:9), e cessariam quando o que é perfeito, ou completo, viesse (13:10). Observe: "aquele que é perfeito" é contrastado com os dons, que eram em "parte". Em algum sentido, os dons eram parciais e cessariam quando sua natureza parcial fosse feita completa ou fosse substituída pelo que não era parcial.

Em que sentido os dons eram "em parte"? A única explicação que se harmoniza com a Escritura é que os dons, ao tempo em que Paulo escreveu, tinham somente parcialmente completado seu propósito de revelar a vontade de Deus. A revelação foi feita por meio desses dons, e essa obra ainda não estava completa. Mas quando a obra estivesse completa, os dons teriam cumprido plenamente sua tarefa e não mais seriam necessários. Por isso cessariam.

"O que é perfeito", portanto, tem que se referir à revelação completada da vontade de Deus e quando ela toda tivesse sido completa e adequadamente revelada, os dons espirituais cessariam. Mas já aprendemos pelos versículos listados previamente que a verdade foi revelada aos apóstolos do primeiro século, e eles a registraram na Bíblia (Novo Testamento).

A vontade completa de Deus ("a perfeita lei de liberdade" — Tiago 1:25) tinha sido registrada por escrito antes do fim do primeiro século. Quando isso aconteceu, todos os outros meios de revelação do Espírito Santo cessaram, e as Escrituras ou a palavra escrita se tornaram o único meio inspirado que os homens tinham para aprender a vontade de Deus.

Judas 3 - A fé foi uma vez por todas entregue.

Judas instrui-nos a batalhar "pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos". A frase "uma vez por todas" se refere ao que é assim feito para ser de validade perpétua e nunca necessita de repetição (Thayer).

A mesma palavra é usada para se referir à morte de Jesus, que ocorreu somente uma vez, em contraste com os sacrifícios de animais do Velho Testamento, que tinham que ser repetidos continuamente (Hebreus 9:26,28;10:10; 7:26-27; 1 Pedro 3:18). O sacrifício de Jesus foi feito tão perfeitamente que não precisou ser repetido: "uma vez por todas".

Do mesmo modo, o evangelho precisava ser entregue ao povo de Deus somente "uma vez". Quando foi completado, não precisou ser repetido. Podemos do mesmo modo afirmar que o sacrifício de Jesus precisa ser repetido, para afirmar que o evangelho precisa ser entregue por inspiração de homens novamente.

Assim, se Deus quer que o povo tenha o evangelho, mas não é para ser entregue ao povo novamente, segue-se necessariamente que Deus pretendia preservar essa mensagem escrita, que ele entregou originalmente, para que pessoas em todas as eras pudessem tê-la disponível.

Não há apóstolo hoje em dia para entregar a mensagem novamente.

Os apóstolos estavam sempre envolvidos quando qualquer um recebia poder para entregar a mensagem do evangelho, guiados diretamente pelo Espírito Santo. Os próprios apóstolos receberam esse poder no dia de Pentecostes (Atos 1:2-8;2:1-11). Outros receberam tal poder quando os apóstolos pessoalmente impuseram suas mãos neles (Atos 8:14-21;19:1-7). A casa de Cornélio recebeu poder para falar em línguas quando Pedro estava ensinando-os, para que os judeus soubessem que os gentios podiam receber o evangelho (Atos 10:1-11:18). Mas em cada caso, sem exceção, os apóstolos estavam envolvidos sempre que alguém recebeu este poder (veja João 14:26;16:13).

Mas, para ser um apóstolo, tinha-se que ser uma testemunha ocular de Jesus depois de sua ressurreição (Atos 1:21-22;26:16; 1 Coríntios 9:1;15:1-8; João 15:27). Tinha-se também que ter poderes miraculosos para confirmar o apostolado (2 Coríntios 12:12). Mas ninguém, hoje em dia, pode ser uma testemunha ocular do Cristo ressurgido, e ninguém pode fazer sinais miraculosos como os apóstolos podiam fazer.

Portanto, hoje em dia não há apóstolos nem ninguém em quem os apóstolos impuseram suas mãos. Portanto, não há meios pelos quais as pessoas possam receber poderes espirituais e milagrosos guiados diretamente pelo Espírito Santo.

Todos estes fatos nos levam à conclusão necessária que a única fonte inspirada da qual hoje em dia se pode receber a vontade de Deus é somente a Bíblia. Mas as pessoas ainda precisam da verdade e Deus ainda quer que elas tenham a verdade, donde tem que se seguir que ele tem preservado cuidadosamente as Escrituras para nossos dias, para que todos possam conhecer a verdade.

5. Deus prometeu preservar sua palavra para os povos de todas as eras.

Estudando o propósito de Deus para as Escrituras, concluímos que Deus deve ter pretendido preservar sua palavra escrita como uma minuciosa revelação de sua vontade para as gerações futuras. Agora, considere algumas passagens que afirmam diretamente que, na verdade, esta era sua intenção.

Deus pretendia preservar as Escrituras do Velho Testamento.

Salmo 119:160,152 — Todas as ordenações de Deus duram para sempre.

Isaías 40:8 — A palavra de Deus não é como uma flor que desabrocha e depois morre. A palavra de Deus permanecerá para sempre.

Isaías 30:8 — As palavras de Deus tinham que ser escritas num livro para que pudessem ser para o tempo vindouro, para sempre, perpetuamente.

Deus também pretendia preservar as Escrituras do Novo Testamento.

João 12:48 — As palavras de Jesus nos julgarão no último dia. Segue-se, necessariamente, que elas têm que durar até o julgamento e têm que estar acessíveis aos homens, para que possamos conhecer o que fazer para nos prepararmos para o julgamento. Mas, hoje, as Escrituras são a única fonte inspirada das palavras de Jesus. Portanto, a justiça de Deus e seu desejo de ver os homens salvos requerem que ele preserve as escrituras através das eras, até o julgamento.

2 João 2 — A verdade estará conosco para sempre.

2 Pedro 1:15 — Pedro escreveu para que, depois que ele morresse, as pessoas fossem capazes de se lembrarem destes ensinamentos "sempre", ou a "todo tempo".

1 Pedro 1:22-25 — Precisamos obedecer à verdade para sermos limpos de nossos pecados e renascermos. A verdade viverá, permanecerá e durará para sempre. Não será como a grama ou uma flor que brota e depois morre. Isto é exatamente o que Isaías 40:8 disse, mas é aplicado aqui ao evangelho. Deus preservará o Novo Testamento justamente como ele o fez com o Velho Testamento.

2 Timóteo 3:16-17 — Temos visto que o Novo Testamento constitui "Escritura", exatamente como o Velho Testamento (2 Pedro 3:15-16; 1 Timóteo 5:18). Assim como Deus preservou as Escrituras do Velho Testamento para que pudessem guiar o povo no conhecimento da vontade de Deus, assim ele deve preservar as Escrituras do Novo Testamento, se ele tem que preparar os homens para "todas as boas obras".

Se cremos que Deus é um Ser Supremo todo poderoso, que sempre mantém suas promessas, temos que crer que ele tem preservado cuidadosamente, nas Escrituras, sua vontade para o homem. É claro que isto é o que ele pretendia fazer. Negar que ele o tenha feito é negar tanto seu poder como sua fidelidade a suas promessas.

Parte 2: O Velho Testamento demonstra como Deus tem preservado sua palavra
Parte 3: O cumprimento da promessa de Deus para preservar sua palavra.


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