O Livro de 1 Pedro 
- por Allen Dvorak

1:1-21 "Gerados de Novo para uma Viva Esperança"
1:22 - 2:10  O Povo Escolhido
2:11 - 3:7  Sejamos Luzes!
3:8 - 4:6 Que Jesus Seja Senhor em Nosso Coração
4:7-19  Glorificando a Deus como um Cristão
5:1-14  Precisamos Estar Alertas e Vigilantes


1 Pedro 1:1-21
"Gerados de Novo para uma Viva Esperança"

No ano 64 d.C., uma grande parte da cidade de Roma foi queimada. Alguns acreditavam que o imperador Nero era o responsável, tentando abrir espaço para seus projetos de construção. Enfrentando tais acusações, o próprio Nero acusou um grupo de pessoas já vistas com suspeita pelo público em geral, os cristãos. Durante mais ou menos o mesmo período de tempo, os judeus da Palestina se rebelaram contra os romanos. Essa rebelião tornou-se uma guerra, no ano 66 d.C., que terminou com a destruição de Jerusalém e da nação judia.

Ambos eventos resultaram em perseguição aos cristãos. Nero perseguiu os cristãos em Roma veementemente e foi provavelmente o responsável pelas mortes de Pedro e Paulo. Alguns cristãos sofreram devido ao conflito entre os judeus e os romanos, porque estes freqüentemente não faziam distinção entre aqueles judeus que eram cristãos e aqueles que não eram.

O apóstolo Pedro escreveu sua primeira epístola durante este período. Ele entendia que muitos cristãos iriam enfrentar severa perseguição. Seu propósito era advertir seus leitores contra a tribulação iminente e encorajá-los a permanecerem fiéis durante esses tempos difíceis.

O que poderia Pedro escrever àqueles cristãos espalhados através da Ásia Menor que pudesse capacitá-los a suportar a feroz tempestade de perseguição? Pedro decidiu começar salientando as bênçãos espirituais gozadas por seus leitores (1 Pedro 1:3-12). Eles tinham "renascido" através do batismo para uma viva esperança, uma herança celestial que ele descreve em termos negativos (incorruptível, sem mácula, imarcessível) porque não há nada neste mundo comparável ao esplendor do céu (1:3-4). Pedro ainda destaca o privilégio especial de seus leitores, observando a salvação que eles receberiam na revelação de Jesus Cristo (1:5,9). A fé deles, testada pela perseguição, era mais preciosa do que o ouro refinado pelo fogo e resultaria em louvor, glória e honra quando Jesus retornasse (1:7). Nem mesmo profetas do Velho Testamento, que falaram das bênçãos espirituais que acompanhariam a morte de Cristo, não gozaram a abençoada posição destes cristãos (1:10-12)!

Em vista de tais bênçãos espirituais, Pedro manda que seus leitores preparem suas mentes e esperem a graça que receberão no futuro (1:13). Além disso, eles precisavam buscar a santidade através da obediência que é adequada àqueles que foram redimidos pelo inestimável sangue de Jesus Cristo (1:14-19). A esperança cristã da glória repousa no fato que Deus ressuscitou Jesus dos mortos (1:21).

Perguntas para estudar:

  • Por que Nero perseguiu os cristãos?

  • Por que Pedro escreveu sua primeira epístola?

  • Como Pedro descreve a herança do cristão?

  • Em vista de suas bênçãos espirituais, que responsabilidade tem o cristão?


    por Allen Dvorak

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Santificação

Estudo Textual: 1 Pedro 1:22 - 2:10  O Povo Escolhido


1 Pedro 1:22 - 2:10
O Povo Escolhido

Pedro começou sua primeira carta observando os privilégios espirituais de seus leitores (1:1-12). Baseado nessas bênçãos, ele continuou a exortar estes cristãos (1:13) e continuou no texto deste artigo. Seus leitores tinham sido purificados através da obediência à verdade e precisavam amar uns aos outros com amor fervoroso e sincero.

Estes cristãos tinham renascido espiritualmente através da palavra de Deus, descrita por Pedro como uma semente incorruptível. Normalmente, uma semente plantada apodrecerá quando a planta germinar. A palavra de Deus, contudo, é viva e permanente, como foi observado por Isaías (40:6-9; citado em 1:24-25). Não somente está vivendo a palavra de Deus, no sentido de persistir para sempre, mas é capaz de produzir vida espiritual naqueles que a obedecem.

À luz do seu renascimento espiritual e a necessidade de amar um ao outro, obrigou aos discípulos a se afastarem daqueles mesmos traços de caráter que são contrários a tal amor (2:1). Ao mesmo tempo, eles precisavam ter o mesmo desejo ardente do leite puro da palavra que uma criança recém nascida tem do leite de sua mãe (2:2). Como cristãos, eles já tinham "experimentado" a bondade de seu Salvador! 

Contudo, nem todos têm a mesma apreciação por Jesus. Para alguns, Ele é precioso, mas para outros, é uma pedra de tropeço e uma rocha de ofensa (2:7-8). A diferença não está em Jesus; é o coração das pessoas que ouvem sua mensagem. Pedro descreve Jesus como uma "pedra viva," assim fazendo uma ligação com uma profecia de Isaías (28:16) no versículo 6. Ainda que Deus escolhesse Jesus para ser a pedra principal do alicerce de sua casa espiritual, a nação judaica, como um todo, rejeitou Jesus como o Cristo. Pedro observa que a rejeição dos homens não anulou a escolha de Deus (2:4).

Pedro continua a figura já começada, descrevendo os cristãos como "pedras vivas" também. Todos os cristãos, em toda parte, constituem uma casa espiritual, a igreja. O apóstolo então combina outra figura, descrevendo aqueles mesmos cristãos como sacerdotes que oferecem sacrifícios espirituais nesse "templo vivo," através de Jesus Cristo, nosso sumo sacerdote celestial (veja Hebreus 4:14).

Pedro ainda descreve seus leitores exatamente do mesmo modo que o povo antigo de Deus, a nação de Israel, foi descrito (Êxodo 19:5-6). Sob o novo pacto, a igreja é o povo escolhido de Deus, uma nação santa, possessão exclusiva de Deus (veja 1:16). Que privilégio é pertencer a Deus, liberto do poder das trevas, e ter a oportunidade de proclamar sua majestade aos que estão em nossa volta! 

Perguntas para estudar:

1. Como estes cristãos tinham sido purificados? Pela fé somente?

2. Só uma classe especial de cristãos deve ser designada como sacerdotes?

3. É a casa espiritual de Deus um edifício construído com tijolos e argamassa?

4. É a nação física de Israel o povo escolhido de Deus, nos dias de hoje?

-por Allen Dvorak

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Estudo Textual: 1 Coríntios 3:1-23  Cristãos Carnais


1 Pedro 2:11 - 3:7
Sejamos Luzes!

Jesus descreveu seus discípulos como a luz do mundo (Mateus 5:14,16). De modo semelhante, Pedro referiu-se ao privilégio dos cristãos de proclamar "as virtudes daquele que vos chamou das trevas para sua maravilhosa luz" (2:9). No texto que estamos estudando neste artigo, Pedro explica como seus leitores podem ser a luz do mundo.

Em 2:11-12, se encontra o princípio básico por trás das exortações deste texto. Os cristãos precisam abster-se de paixões carnais e manter conduta exemplar diante dos incrédulos (não cristãos são referidos como "gentios," usando a linguagem do Velho Testamento de uma maneira figurativa). Pedro oferece três razões para estas exortações: Os cristãos são peregrinos e forasteiros e não residentes permanentes e cidadãos deste mundo; Paixões carnais fazem guerra contra a alma; e Para que os incrédulos possam ser influenciados favoravelmente pela conduta dos crentes.

Pedro não se contenta em exortar de um modo geral. Em 2:13-17, ele escreve sobre a responsabilidade dos cristãos para com o governo civil. Ele continua nos versículos 18-25 a descrever a conduta apropriada dos servos para com seus senhores. No capítulo 3:1-6, ele aplica o mesmo princípio de 2:11-12 ao caso de mulheres casadas com esposos incrédulos. Ele termina este trecho exortando os esposos a tratarem suas esposas com consideração e dignidade adequadas (3:7).

Qual é a responsabilidade para com o governo civil? A função própria do governo civil é punir o malfeitor e recompensar aqueles que fazem o bem (2:14). Devemos submeter-nos a todos os níveis de autoridade, contudo, não apenas para evitar o castigo da lei civil, mas porque o Senhor ordena tal obediência (2:13-14). Natural-mente, qualquer lei humana que conflite com nossas obrigações para com Deus tem que ser desobedecida (veja Atos 4:19; 5:29).

Os servos precisavam ser submissos aos seus senhores, ainda que esses senhores fossem duros e cruéis (2:18). Se os servos fossem tratados injustamente por seus senhores, Deus se comprazeria quando esses servos suportassem pacientemente tal sofrimento por amor de sua consciência para com ele, recusando-se a retribuir o mal com o mal (2:19-20). Que responsabilidade difícil! Pedro nota que Jesus nos deu o exemplo perfeito, sofrendo como um malfeitor ainda que não tivesse cometido nenhum pecado (3:21-22). Jesus se submeteu a tal sofrimento sem ultrajar seus perseguidores ou ameaçar retribuição.

O efeito de uma atitude piedosa se estende a nossas próprias famílias. Pedro afirma que mulheres piedosas talvez possam influenciar seus maridos a obedecer ao evangelho pela sua conduta e seu vestir modestos (3:1-6).

Perguntas para estudar:

  • Quais são as duas exortações que Pedro faz em 2:11-12?

  • Qual exemplo de sofrimento paciente Pedro cita?

  • Quais as responsabilidades das esposas que Pedro discute no capítulo 3?

    -por Allen Dvorak

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1 Pedro 3:8 - 4:6
Que Jesus Seja Senhor em Nosso Coração

Nos capítulos 2 e 3, Pedro escreveu a respeito da conduta adequada dos cristãos para com o governo (2:13-17), senhores (2:18-25) e esposos descrentes (3:1-6). Depois de se dirigir aos esposos crentes em 3:7, ele conclui esta parte observando que todos os cristãos deverão mostrar compaixão e humildade para com os outros (3:8-9). Antes de retribuir o mal com o mal, os cristãos deverão abençoar os outros porque eles próprios receberam uma bênção. Como se fosse para identificar a condição abençoada daquele que se converte do mal e busca o bem, Pedro cita o Salmo 34:12-16. "Os olhos do Senhor repousam sobre os justos, e os seus ouvidos estão abertos às suas súplicas" (3:12).

Geralmente a boa conduta de nossa parte resultará em bom tratamento por outros, mas ocasionalmente os cristãos sofrerão por amor à justiça (3:13-14). Como poderia um cristão responder quando sofre injustamente? Ele deverá reconhecer que é abençoado por Deus, santificar o Senhor em seu coração e estar pronto a responder a quem quer que questione sua esperança (3:14-15). Antes que temer as ameaças dos perseguidores, o cristão deverá entronizar Jesus como Senhor, Aquele que tem autoridade, dando-lhe o comando sobre seu coração. O cristão precisa responder às perguntas dos outros com mansidão e temor, não dando nenhuma oportunidade com sua atitude para que o incrédulo difame o nome de Cristo (3:15-16).

Pedro recorda seus leitores de que Jesus também sofreu injustamente, morrendo pelos pecados dos outros (3:18). Contudo, mais tarde ele foi exaltado à direita do Pai, com anjos, autoridades e poderes submissos a ele (3:22). Os cristãos precisam assumir a atitude que Cristo tinha, recusando o pecado (4:1). Os descrentes acharão estranho que os cristãos não estejam continuando nos mesmos pecados que cometiam no passado e podem até mesmo falar mal deles por causa de sua mudança de conduta, mas tanto crentes como descrentes serão julgados pelo Senhor (4:4-5).

O evangelho foi pregado para que, em vista deste julgamento, os homens possam ter vida espiritual (4:6). Pedro afirma que o Senhor também pregou ao povo que vivia no tempo de Noé. Noé foi um pregador da justiça e, através dele, o Espírito de Cristo pregou àqueles que viveram antes do dilúvio, mas eram espíritos na prisão quando Pedro escreveu (2 Pedro 1:21; 2:5; 1 Pedro 3:18-20; Lucas 16:19-31). Tendo mencionado Noé, Pedro observa que Noé e sua família foram salvos por meio da água justo como as pessoas são hoje salvas por meio do batismo, como "a indagação de uma boa consciência para com Deus" (3:20-21).

Perguntas para estudar:

  • Porque os cristãos deverão recusar retribuir o mal com o mal?
  • Com qual atitude deverão os cristãos responder àqueles que questionam sua esperança?
  • Quem Pedro citou como um exemplo de sofrimento injusto?
  • A que Pedro comparou a água do dilúvio?


por Allen Dvorak

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1 Pedro 4:7-19
Glorificando a Deus como um Cristão

"O fim de todas as cousas está próximo!" (4:7). Nossos pensamentos imediatamente se voltam para o retorno de Cristo e o fim do mundo. Num sentido, a volta de Cristo está sempre próxima porque não sabemos quando ele voltará. É mais provável, contudo, que Pedro esteja falando da destruição de Jerusalém e do fim da economia judaica. Jesus tinha dado sinais pelos quais os cristãos poderiam saber que a destruição de Jerusalém estava próxima (veja Mateus 24, especialmente o versículo 34). Pedro escreveu sua primeira epístola não muito antes da guerra romano-judaica e a maior importância geral dada à persegui-ão iminente apóia melhor a idéia de que Pedro tem em mente este acontecimento penoso do primeiro século.

Os destinatários desta epístola não se deveriam surpreender se fossem perseguidos por causa de Cristo. Em vez disso, deveriam regozijar-se por serem capazes de participar de algum modo dos sofrimentos de Cristo, aquele que sofreu por amor à justiça (4:12-13). De fato, os cristãos são abençoados em tal sofrimento (veja Mateus 5:10-12). Enquanto estamos sofrendo pelo nome de Cristo antes que por nossos próprios pecados, podemos glorificar a Deus através do nome de cristão (4:14-16).

No meio desta perseguição, será muito importante que os irmãos tenham intenso amor uns pelos outros, praticando a hospitalidade e usando seus dons, tanto os naturais como os milagrosos, em benefício dos irmãos e da glória de Deus (4:8-11). Contudo, o amor não "ignora" os pecados de nosso irmão; antes protege-os por meio da correção e do perdão (4:8; veja também Tiago 5:19-20).

Em 4:17-18, Pedro usa dois argumentos que avançam de um fato certo para outro ainda mais certo (isto é, do menor para o maior) para apontar a abençoada condição dos cristãos mesmo em vista da perseguição. Ele observa que a casa de Deus, a igreja, seria julgada por meio da perseguição que viria. Pode-se esperar que o povo de Deus seja preservado do sofrimento. Contudo, se o povo de Deus não escapar ao "julgamento" em forma de perseguição, é mais certo ainda o fato que o desobediente será "julgado" por Deus na-quele dia final (4:17). Por raciocínio seme-lhante, se a pessoa justa só é salva com dificuldade, qual será o fim do injusto (4:18)?

Pedro conclui observando que aqueles que sofrem por amor da justiça podem suportar tais dificuldades do mesmo modo que Jesus suportou seu sofrimento. Eles devem confiar suas almas ao seu Criador fiel que fará justiça no julgamento final (4:20; 2:23).

Perguntas para estudar:

  • Qual deverá ser a resposta dos cristãos quando sofrerem por Cristo?
     

  • Se a pessoa justa será salva com dificuldade, pode a pessoa injusta esperar ser salva?

  • Como podemos suportar o sofrimento como cristãos? 

-por Allen Dvorak

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1 Pedro 5:1-14
Precisamos Estar Alertas e Vigilantes

Nos capítulos três e quatro, Pedro advertiu seus leitores sobre a perseguição que estava chegando e instruiu-os sobre como responder. No texto deste artigo, Pedro volta sua atenção para os presbíteros entre seus leitores. Se a igreja passaria por tempos difíceis, era especialmente importante que seus chefes estivessem conscientes e cumprissem suas responsabilidades.

O próprio Pedro era um presbítero (5:1). Ele encarregou os presbíteros entre seus leitores de pastorear "o rebanho de Deus que há entre vós," usando a figura do pastor para descrever o trabalho de um presbítero do mesmo modo que Paulo fez quando falava com os presbíteros efésios (Atos 20:28). Os pastores precisam alimentar, guiar e proteger o rebanho (veja Salmo 23). Em termos espirituais, eles têm que ensinar os membros da congregação que supervisionam. Os pastores precisam guardar o rebanho contra os falsos mestres, que são freqüentemente comparados com lobos que entrarão no rebanho, não poupando as ovelhas (veja também Mateus 7:15; Atos 20:29; Tito 1:5-11).

Pedro observa a razão, o motivo e o modo do serviço deles como pastores numa série de três contrastes. Estes homens têm que desejar o trabalho de um pastor, e não se sentirem constrangidos a fazê-lo. Os presbíteros deveriam cumprir seus deveres pelo bem que podem fazer e não pelo propósito de lucro financeiro pessoal. Além disso, pastores têm que ser bons exemplos e assim conduzirem o rebanho, não sendo "dominadores" sobre ele (5:2-3). Os presbíteros precisam não esquecer que são pastores sob o Pastor Supremo; o rebanho que estão pastoreando não é deles próprios (5:4).

Tendo se dirigido aos presbíteros, que seriam homens mais velhos, Pedro também admoesta os jovens cristãos (5:5-7). Eles deveriam submeter-se aos seus anciãos e humilhar-se diante do Senhor; Ele cuidaria deles e os exaltaria no tempo devido.

Pedro adverte seus leitores sobre o adversário deles, o diabo. Enquanto Deus cuida de seus filhos, eles precisam estar alertas para resistirem ao diabo. Pedro pinta o diabo como um predador voraz que consumirá sem piedade aqueles que não ficarem vigilantes. Contudo, aqueles que estão firmes na fé podem resistir a ele (5:8-9; veja também Tiago 4:7).

Pedro oferece uma oração em favor de seus leitores, pedindo a Deus que os apoie e os fortaleça. Em sua oração, ele relembra aqueles cristãos que enquanto o sofrimento deles é temporário, eles foram chamados para a eterna glória (5:10-11). Pedro conclui sua epístola com várias saudações pessoais (5:12-14).

Perguntas para estudar:

  • Qual figura Pedro usa para descrever os presbíteros?

  • Qual é a obra de um presbítero?

  • Qual responsabilidade dos jovens Pedro salienta?

  • Como podemos resistir ao diabo?

    -por Allen Dvorak

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