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Por que Nero perseguiu os
cristãos?
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Por que Pedro escreveu sua
primeira epístola?
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Como Pedro descreve a herança
do cristão?
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Em vista de suas bênçãos
espirituais, que responsabilidade tem o cristão?
por Allen Dvorak
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Santificação
Estudo Textual: 1 Pedro 1:22 - 2:10 O Povo Escolhido
1 Pedro 1:22 - 2:10
O Povo Escolhido
Pedro começou sua primeira carta
observando os privilégios espirituais de seus leitores (1:1-12). Baseado nessas
bênçãos, ele continuou a exortar estes cristãos (1:13) e continuou no texto
deste artigo. Seus leitores tinham sido purificados através da obediência à
verdade e precisavam amar uns aos outros com amor fervoroso e sincero.
Estes cristãos tinham renascido espiritualmente através da palavra de Deus,
descrita por Pedro como uma semente incorruptível. Normalmente, uma semente
plantada apodrecerá quando a planta germinar. A palavra de Deus, contudo, é
viva e permanente, como foi observado por Isaías (40:6-9; citado em 1:24-25). Não
somente está vivendo a palavra de Deus, no sentido de persistir para sempre,
mas é capaz de produzir vida espiritual naqueles que a obedecem.
À luz do seu renascimento espiritual e a necessidade de amar um ao outro,
obrigou aos discípulos a se afastarem daqueles mesmos traços de caráter que são
contrários a tal amor (2:1). Ao mesmo tempo, eles precisavam ter o mesmo desejo
ardente do leite puro da palavra que uma criança recém nascida tem do leite de
sua mãe (2:2). Como cristãos, eles já tinham "experimentado" a
bondade de seu Salvador!
Contudo, nem todos têm a mesma apreciação por Jesus. Para alguns, Ele é
precioso, mas para outros, é uma pedra de tropeço e uma rocha de ofensa
(2:7-8). A diferença não está em Jesus; é o coração das pessoas que ouvem
sua mensagem. Pedro descreve Jesus como uma "pedra viva," assim
fazendo uma ligação com uma profecia de Isaías (28:16) no versículo 6. Ainda
que Deus escolhesse Jesus para ser a pedra principal do alicerce de sua casa
espiritual, a nação judaica, como um todo, rejeitou Jesus como o Cristo. Pedro
observa que a rejeição dos homens não anulou a escolha de Deus (2:4).
Pedro continua a figura já começada, descrevendo os cristãos como
"pedras vivas" também. Todos os cristãos, em toda parte, constituem
uma casa espiritual, a igreja. O apóstolo então combina outra figura,
descrevendo aqueles mesmos cristãos como sacerdotes que oferecem sacrifícios
espirituais nesse "templo vivo," através de Jesus Cristo, nosso sumo
sacerdote celestial (veja Hebreus 4:14).
Pedro ainda descreve seus leitores exatamente do mesmo modo que o povo antigo de
Deus, a nação de Israel, foi descrito (Êxodo 19:5-6). Sob o novo pacto, a
igreja é o povo escolhido de Deus, uma nação santa, possessão exclusiva de
Deus (veja 1:16). Que privilégio é pertencer a Deus, liberto do poder das
trevas, e ter a oportunidade de proclamar sua majestade aos que estão em nossa
volta!
Perguntas para estudar:
1. Como estes cristãos tinham sido purificados? Pela fé somente?
2. Só uma classe especial de cristãos deve ser designada como sacerdotes?
3. É a casa espiritual de Deus um edifício construído com tijolos e
argamassa?
4. É a nação física de Israel o povo escolhido de Deus, nos dias de hoje?
-por Allen Dvorak
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O Começo da Igreja - Atos 2
O Que é a Igreja?
Estudo Textual: 1 Coríntios 3:1-23 Cristãos Carnais
1 Pedro 2:11 - 3:7
Sejamos Luzes!
Jesus descreveu seus discípulos
como a luz do mundo (Mateus 5:14,16). De modo semelhante, Pedro referiu-se ao
privilégio dos cristãos de proclamar "as virtudes daquele que vos chamou
das trevas para sua maravilhosa luz" (2:9). No texto que estamos estudando
neste artigo, Pedro explica como seus leitores podem ser a luz do mundo.
Em 2:11-12, se encontra o princípio básico por trás das exortações deste
texto. Os cristãos precisam abster-se de paixões carnais e manter conduta
exemplar diante dos incrédulos (não cristãos são referidos como
"gentios," usando a linguagem do Velho Testamento de uma maneira
figurativa). Pedro oferece três razões para estas exortações: Os cristãos são
peregrinos e forasteiros e não residentes permanentes e cidadãos deste mundo;
Paixões carnais fazem guerra contra a alma; e Para que os incrédulos possam
ser influenciados favoravelmente pela conduta dos crentes.
Pedro não se contenta em exortar de um modo geral. Em 2:13-17, ele escreve
sobre a responsabilidade dos cristãos para com o governo civil. Ele continua
nos versículos 18-25 a descrever a conduta apropriada dos servos para com seus
senhores. No capítulo 3:1-6, ele aplica o mesmo princípio de 2:11-12 ao caso
de mulheres casadas com esposos incrédulos. Ele termina este trecho exortando
os esposos a tratarem suas esposas com consideração e dignidade adequadas
(3:7).
Qual é a responsabilidade para com o governo civil? A função própria do
governo civil é punir o malfeitor e recompensar aqueles que fazem o bem (2:14).
Devemos submeter-nos a todos os níveis de autoridade, contudo, não apenas para
evitar o castigo da lei civil, mas porque o Senhor ordena tal obediência
(2:13-14). Natural-mente, qualquer lei humana que conflite com nossas obrigações
para com Deus tem que ser desobedecida (veja Atos 4:19; 5:29).
Os servos precisavam ser submissos aos seus senhores, ainda que esses senhores
fossem duros e cruéis (2:18). Se os servos fossem tratados injustamente por
seus senhores, Deus se comprazeria quando esses servos suportassem pacientemente
tal sofrimento por amor de sua consciência para com ele, recusando-se a
retribuir o mal com o mal (2:19-20). Que responsabilidade difícil! Pedro nota
que Jesus nos deu o exemplo perfeito, sofrendo como um malfeitor ainda que não
tivesse cometido nenhum pecado (3:21-22). Jesus se submeteu a tal sofrimento sem
ultrajar seus perseguidores ou ameaçar retribuição.
O efeito de uma atitude piedosa se estende a nossas próprias famílias. Pedro
afirma que mulheres piedosas talvez possam influenciar seus maridos a obedecer
ao evangelho pela sua conduta e seu vestir modestos (3:1-6).
Perguntas para
estudar:
-
Quais são as duas exortações
que Pedro faz em 2:11-12?
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Qual exemplo de sofrimento
paciente Pedro cita?
-
Quais as responsabilidades das
esposas que Pedro discute no capítulo 3?
-por Allen Dvorak
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A Relação do Cristão com o Governo
A mulher cristã pode usar jóias?
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Sujeitai-vos Uns aos Outros
1 Pedro 3:8 - 4:6
Que Jesus Seja Senhor em Nosso Coração
Nos capítulos 2 e 3, Pedro escreveu a respeito
da conduta adequada dos cristãos para com o governo (2:13-17), senhores
(2:18-25) e esposos descrentes (3:1-6). Depois de se dirigir aos esposos crentes
em 3:7, ele conclui esta parte observando que todos os cristãos deverão
mostrar compaixão e humildade para com os outros (3:8-9). Antes de retribuir o
mal com o mal, os cristãos deverão abençoar os outros porque eles próprios
receberam uma bênção. Como se fosse para identificar a condição abençoada
daquele que se converte do mal e busca o bem, Pedro cita o Salmo 34:12-16.
"Os olhos do Senhor repousam sobre os justos, e os seus ouvidos estão
abertos às suas súplicas" (3:12).
Geralmente a boa conduta de nossa parte resultará em bom tratamento por outros,
mas ocasionalmente os cristãos sofrerão por amor à justiça (3:13-14). Como
poderia um cristão responder quando sofre injustamente? Ele deverá reconhecer
que é abençoado por Deus, santificar o Senhor em seu coração e estar pronto
a responder a quem quer que questione sua esperança (3:14-15). Antes que temer
as ameaças dos perseguidores, o cristão deverá entronizar Jesus como Senhor,
Aquele que tem autoridade, dando-lhe o comando sobre seu coração. O cristão
precisa responder às perguntas dos outros com mansidão e temor, não dando
nenhuma oportunidade com sua atitude para que o incrédulo difame o nome de
Cristo (3:15-16).
Pedro recorda seus leitores de que Jesus também sofreu injustamente, morrendo
pelos pecados dos outros (3:18). Contudo, mais tarde ele foi exaltado à direita
do Pai, com anjos, autoridades e poderes submissos a ele (3:22). Os cristãos
precisam assumir a atitude que Cristo tinha, recusando o pecado (4:1). Os
descrentes acharão estranho que os cristãos não estejam continuando nos
mesmos pecados que cometiam no passado e podem até mesmo falar mal deles por
causa de sua mudança de conduta, mas tanto crentes como descrentes serão
julgados pelo Senhor (4:4-5).
O evangelho foi pregado para que, em vista deste julgamento, os homens possam
ter vida espiritual (4:6). Pedro afirma que o Senhor também pregou ao povo que
vivia no tempo de Noé. Noé foi um pregador da justiça e, através dele, o Espírito
de Cristo pregou àqueles que viveram antes do dilúvio, mas eram espíritos na
prisão quando Pedro escreveu (2 Pedro 1:21; 2:5; 1 Pedro 3:18-20; Lucas
16:19-31). Tendo mencionado Noé, Pedro observa que Noé e sua família foram
salvos por meio da água justo como as pessoas são hoje salvas por meio do
batismo, como "a indagação de uma boa consciência para com Deus"
(3:20-21).
Perguntas para estudar:
- Porque os cristãos
deverão recusar retribuir o mal com o mal?
- Com qual atitude
deverão os cristãos responder àqueles que questionam sua esperança?
- Quem Pedro citou
como um exemplo de sofrimento injusto?
- A que Pedro
comparou a água do dilúvio?
por Allen Dvorak
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assunto:
"Salvos, Através da Água"
O batismo é obra de justiça?
A paciência de Deus: um aspecto importante do seu amor
O Batismo e a Salvação
1
Pedro 4:7-19
Glorificando a Deus como
um Cristão
"O fim de todas as cousas está
próximo!" (4:7). Nossos
pensamentos imediatamente se voltam para o retorno de Cristo e o fim do mundo.
Num sentido, a volta de Cristo está sempre próxima porque não sabemos quando
ele voltará. É mais provável, contudo, que Pedro esteja falando da destruição
de Jerusalém e do fim da economia judaica. Jesus tinha dado sinais pelos quais
os cristãos poderiam saber que a destruição de Jerusalém estava próxima
(veja Mateus 24, especialmente o versículo 34). Pedro escreveu sua primeira epístola
não muito antes da guerra romano-judaica e a maior importância geral dada à
persegui-ão iminente apóia melhor a idéia de que Pedro tem em mente este
acontecimento penoso do primeiro século.
Os destinatários desta epístola não
se deveriam surpreender se fossem perseguidos por causa de Cristo. Em vez disso,
deveriam regozijar-se por serem capazes de participar de algum modo dos
sofrimentos de Cristo, aquele que sofreu por amor à justiça (4:12-13). De
fato, os cristãos são abençoados em tal sofrimento (veja Mateus 5:10-12).
Enquanto estamos sofrendo pelo nome de Cristo antes que por nossos próprios
pecados, podemos glorificar a Deus através do nome de cristão (4:14-16).
No meio desta perseguição, será
muito importante que os irmãos tenham intenso amor uns pelos outros, praticando
a hospitalidade e usando seus dons, tanto os naturais como os milagrosos, em
benefício dos irmãos e da glória de Deus (4:8-11). Contudo, o amor não
"ignora" os pecados de nosso irmão; antes protege-os por meio da
correção e do perdão (4:8; veja também Tiago 5:19-20).
Em 4:17-18, Pedro usa dois
argumentos que avançam de um fato certo para outro ainda mais certo (isto é,
do menor para o maior) para apontar a abençoada condição dos cristãos mesmo
em vista da perseguição. Ele observa que a casa de Deus, a igreja, seria
julgada por meio da perseguição que viria. Pode-se esperar que o povo de Deus
seja preservado do sofrimento. Contudo, se o povo de Deus não escapar ao
"julgamento" em forma de perseguição, é mais certo ainda o fato que
o desobediente será "julgado" por Deus na-quele dia final (4:17). Por
raciocínio seme-lhante, se a pessoa justa só é salva com dificuldade, qual
será o fim do injusto (4:18)?
Pedro conclui observando que aqueles
que sofrem por amor da justiça podem suportar tais dificuldades do mesmo modo
que Jesus suportou seu sofrimento. Eles devem confiar suas almas ao seu Criador
fiel que fará justiça no julgamento final (4:20; 2:23).
Perguntas para
estudar:
-
Qual deverá ser a resposta
dos cristãos quando sofrerem por Cristo?
-
Se a pessoa justa será salva
com dificuldade, pode a pessoa injusta esperar ser salva?
-
Como podemos suportar o
sofrimento como cristãos?
-por Allen Dvorak
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"Guerras e Rumores de Guerras"Entendendo a Profecia de Mateus 24
As Últimas Palavras de Estêvão
1 Pedro 5:1-14
Precisamos Estar Alertas e
Vigilantes
Nos capítulos três e quatro, Pedro
advertiu seus leitores sobre a perseguição que estava chegando e instruiu-os
sobre como responder. No texto deste artigo, Pedro volta sua atenção para os
presbíteros entre seus leitores. Se a igreja passaria por tempos difíceis, era
especialmente importante que seus chefes estivessem conscientes e cumprissem
suas responsabilidades.
O próprio Pedro era um presbítero
(5:1). Ele encarregou os presbíteros entre seus leitores de pastorear "o
rebanho de Deus que há entre vós," usando a figura do pastor para
descrever o trabalho de um presbítero do mesmo modo que Paulo fez quando falava
com os presbíteros efésios (Atos 20:28). Os pastores precisam alimentar, guiar
e proteger o rebanho (veja Salmo 23). Em termos espirituais, eles têm que
ensinar os membros da congregação que supervisionam. Os pastores precisam
guardar o rebanho contra os falsos mestres, que são freqüentemente comparados
com lobos que entrarão no rebanho, não poupando as ovelhas (veja também
Mateus 7:15; Atos 20:29; Tito 1:5-11).
Pedro observa a razão, o motivo e o
modo do serviço deles como pastores numa série de três contrastes. Estes
homens têm que desejar o trabalho de um pastor, e não se sentirem
constrangidos a fazê-lo. Os presbíteros deveriam cumprir seus deveres pelo bem
que podem fazer e não pelo propósito de lucro financeiro pessoal. Além disso,
pastores têm que ser bons exemplos e assim conduzirem o rebanho, não sendo
"dominadores" sobre ele (5:2-3). Os presbíteros precisam não
esquecer que são pastores sob o Pastor Supremo; o rebanho que estão
pastoreando não é deles próprios (5:4).
Tendo se dirigido aos presbíteros,
que seriam homens mais velhos, Pedro também admoesta os jovens cristãos
(5:5-7). Eles deveriam submeter-se aos seus anciãos e humilhar-se diante do
Senhor; Ele cuidaria deles e os exaltaria no tempo devido.
Pedro adverte seus leitores sobre o
adversário deles, o diabo. Enquanto Deus cuida de seus filhos, eles precisam
estar alertas para resistirem ao diabo. Pedro pinta o diabo como um predador
voraz que consumirá sem piedade aqueles que não ficarem vigilantes. Contudo,
aqueles que estão firmes na fé podem resistir a ele (5:8-9; veja também Tiago
4:7).
Pedro oferece uma oração em favor
de seus leitores, pedindo a Deus que os apoie e os fortaleça. Em sua oração,
ele relembra aqueles cristãos que enquanto o sofrimento deles é temporário,
eles foram chamados para a eterna glória (5:10-11). Pedro conclui sua epístola
com várias saudações pessoais (5:12-14).
Perguntas para
estudar:
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Qual figura Pedro usa para
descrever os presbíteros?
-
Qual é a obra de um presbítero?
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Qual responsabilidade dos
jovens Pedro salienta?
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Como podemos resistir ao
diabo?
-por Allen Dvorak
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Pastores Aprovados por Deus
Até que ponto vai a supervisão dos pastores?
O que a Bíblia Ensina Sobre a Organização da Igreja?