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O amor no
namoro Um genuíno amor a Deus
afetará o conceito do namoro. Ele será considerado uma oportunidade para se
familiarizar com uma pessoa, de modo a avaliar seu caráter, personalidade,
intelecto, disposição e aptidão em geral para o casamento. Infelizmente, o único
modelo que muitas pessoas têm para o namoro é o de Hollywood, que parece medir
o sucesso em termos do prazer sexual conseguido. A química sexual é tão
forte, contudo, que quando ela começa a influenciar o desenvolivmento do
namoro, o casal tende a ficar cego para todas as outras considerações. Amor para companheiro Nosso amor por um parceiro de namoro
precisa ser um amor piedoso. Tal amor "não busca o que é seu". Um
rapaz cuja preocupação principal no namoro e casamento é o que ele vai
conseguir de uma moça não é um bom candidato para o casamento; nem o é a moça
que é inteiramente egoísta. Enquanto um homem não reconhece o amor
sacrificial de Cristo pela igreja como seu ideal, ele não está preparado para
o casamento. Nem uma moça estará pronta para o casamento enquanto não estiver
ansiosa para ser um "auxílio" para seu esposo. Se o egoísmo é um
problema no namoro, será muito mais no casamento. Amor para rivais Muitos cristãos devotos em outras
situações parecem aceitar o velho adágio que "na guerra como no amor
tudo vale". "Inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias,
dissensões, facções, invejas" parecem ser perfeitamente
justificados. Não importa a ocasião, estas são obras da carne e "não
herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam" (Gálatas
5:19-21). Muitos que não recorreriam a golpes físicos para acertar uma
rivalidade usarão de trapaça, engano, duplicidade, astúcia, perfídia,
mexerico, calúnia e o que mais possa vir-lhes à cabeça para conseguir seu
intento. "Esta não é a sabedoria que desce lá do alto; antes, é
terrena, animal e demoníaca. Pois onde há inveja e sentimento faccioso, aí há
confusão e toda espécie de cousas ruins" (Tiago 3:15-16). Nenhum
homem ou mulher é digno de tal corrupção da alma. É melhor exercer aquela "sabedoria,
porém, lá do alto [que] é, primeiramente pura; depois, pacífica, indulgente,
tratável, plena de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem
fingimento" (Tiago 3:17). Esta sabedoria conquistará qualquer
parceiro que valha a pena conquistar. |
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